sábado, 24 de setembro de 2011

Positivo lança primeiro tablet 100% brasileiro



A Positivo lançou no mercado o primeiro tablet desenvolvido por brasileiros, o Ypy. O aparelho foi feito pensando no público brasileiro e terá conteúdo voltado para o país, de acordo com a empresa.

O tablet conta com uma versão modificada do Android 3.2 com teclado em português - incluindo tecla cedilha e uma "ponto br" para internet e tem suporte a sites com Flash.

O Ypy 7, com tela de 7 polegadas, pesa 420 g e tem 11,8 mm. Já o Ypy 10, com tela de 9,7 polegadas, pesa 700 g e tem a mesma espessura. Ambos virão em versões Wi-Fi e Wi-Fi+3G, com preços a partir de R$ 999.

A empresa lançará uma loja própria para os dispositivos com conteúdo totalmente em português.

Chamada Mundo Positivo, a loja terá revistas, jornais, livros, músicas, jogos e aplicativos. O Ypy virá com cerca de 50 aplicativos pré-instalados.

A Positivo pretende colocar o Ypy 7 no mercado a partir da segunda quinzena de outubro. Já a versão de 10 polegadas deve chegar ao mercado antes do Natal.

Por que as empresas necessitam utilizar tecnologia da informação?

Vivemos em uma era em que a informação está disponível a todo instante, nos jornais, revistas, rádios, televisão e nos últimos anos de uma forma mais agressiva na internet, que é uma biblioteca virtual instalada dentro de nossas casas, somos freqüentemente bombardeados por diversas informações em tempo real.

Com o acesso à informação não mais restrito como no passado, temos um novo desafio, obter o conhecimento do contexto, o entendimento do conteúdo e a visão mais aprofundada dos assuntos.

Houve tempos em que a informação era considerada moeda corrente. A pessoa bem informada obtinha vantagens competitivas e dava saltos à frente dos menos privilegiados. Não se pode afirmar que estes tempos tenham acabado por completo, mas ao invés de informação deve-se se ter conhecimento.

Hoje, o acesso à informação não é mais privilégio de poucos, mas continua sendo valioso. Por isso, o grande segredo é saber gerenciar dados estratégicos para poder utilizá-los da melhor forma possível, como suporte para a tomada de decisões.

A tecnologia da informação é disponibilizada como recurso para que possamos coletar (capturar), armazenar, processar, analisar, traduzir, tais informações e torná-las conhecimento que será utilizado como suporte para decisões estratégicas da empresa.

Não é barato investir em tecnologia, mas necessário se quiser estar um passo a frente de seus concorrente, se o objetivo da organização é de avançar em seu próprio mercado ou segmento e vislumbrar novas oportunidades.

sábado, 10 de setembro de 2011

O basquete brasileiro garante sua vaga em 2012.

Quando assisto uma partida de basquete que não seja da NBA, me sinto assistindo um jogo que uma divisão inferior, o jogo é feio, mas não estou aqui para criticar estilo de jogo, quero exaltar o sucesso de um projeto executado com maestria, sim o Novo Basquete Brasil como demostrar seus resultados, a vaga para 2012 garantida novos valores surgindo, isso demostra que a organização e um projeto com foco levam ao sucesso ...

Será o tablet da Amazon um verdadeiro rival para o iPad?


O tablet que a Amazon colocará no mercado ainda neste ano pode ser uma real ameaça à supremacia do iPad. O analista Mark Moskowitz, da JP Morgan, disse em nota aos clientes que a vasta base de usuários da Amazon e os serviços que a empresa oferece colocarão o aparelho em posição favorável diante da Apple, segundo o All Things D.

“Nós acreditamos que a entrada da Amazon no mercado de tablets possa servir de estímulo ao mercado de tablets não-Apple”, disse Moskowitz. O analista comenta que a Amazon tem experiência com hardware (Kindle, seu e-reader, é o mais vendido da categoria) e está disposta a vender a novidade mesmo obtendo prejuízo.

O mercado espera que o Amazon Kindle, como será chamado o tablet, venha com o preço de US$ 250 (a versão mais barata do iPad custa US$ 499 nos Estados Unidos). O aparelho será elaborado, provavelmente, para interagir com produtos e serviços que a Amazon já oferece, como o Kindle, o Amazon Instant Video, Amazon Cloud Player e Cloud Drive.

“Lembre-se de que, como a Apple, a Amazon tem não só um grande espaço para armazenamento de conteúdo móvel, como uma base massiva de registrados (clientes), cartões de crédito, usuários confiáveis a quem pode vendê-lo (o tablet)”, diz o All Things D.

A Forester Research estima que a Amazon consiga vender entre 3 e 5 milhões de tablets neste ano. Hoje, a Apple é líder absoluta nesse segmento. No encerramento do terceiro trimestre fiscal do ano, a empresa vendeu 9,25 milhões de iPads.

Em agosto, um analista afirmou que o iPad será o tablet mais vendido pelo menos até 2020. Será que o Amazon Kindle muda isso?


fonte: Estadao.com

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Falta de motivação no trabalho atinge 31%

Levantamento da consultoria de gestão de negócios Hay Group concluído neste mês revela que 31% dos funcionários estão acomodados no emprego. O estudo, que define esses profissionais como "inefetivos", foi feito com 261 mil trabalhadores de 85 empresas de todos os setores - indústrias de base e de transformação, serviços, setor público e terceiro setor. No levamento de agosto de 2010, o porcentual de "inefetivos" era de 33% num universo de 154 mil colaboradores de 41 empresas.

Lilian Graziano, professora de gestão de pessoas da Trevisan Escola de Negócios, identifica esses colaboradores como aqueles que vão à empresa e fazem apenas o suficiente para continuar empregados. Não ousam, não inovam. No estudo da Hay Group são apontados como trabalhadores que entregam menos do que podem, não se sentem engajados com a empresa e acham que não dispõem de suporte necessário para desenvolver suas atividades. Esse tipo de trabalhador costuma permanecer na organização porque acha o salário adequado e gosta dos colegas.

O especialista em desenvolvimento humano Eduardo Shinyashiki adota uma definição curiosa para o comportamento. Para ele, esses profissionais vivem uma "aposentadoria mental", pois, mesmo com responsabilidades, não têm sonho de crescimento nem investem na formação ou qualificação. Ele elaborou um teste para quem deseja verificar se está passando por esse processo.

Frustrados. Antes da acomodação, no entanto, esses profissionais enfrentam a frustração. O levantamento mostra que 14% dos funcionários se sentem frustrados, ou seja, consideram-se altamente engajados com a empresa, mas entendem que não têm suporte para ser mais produtivos. "Normalmente, esse estágio antecede a acomodação", diz Caroline Marcon, gerente da área de pesquisas corporativas da Hay Group.

O engajamento na organização passa pelo comprometimento do colaborador com a empresa e esforços direcionados ao trabalho. Quanto ao suporte, esses trabalhadores acreditam que a empresa não oferece meios adequados, que vão desde instrumentais a treinamento, para a realização das atividades.

A desmotivação é apontada por especialistas como o gatilho que empurra o profissional para a acomodação, detectada em todas as áreas, níveis hierárquicos e idades. Em muitos casos, a organização não oferece possibilidades de crescimento. E o retorno, inclusive financeiro, não é o esperado pelo funcionário, que começa a ficar desestimulado.

Esse estágio pode ser atingido quando o trabalhador tem de quatro a cinco anos de empresa. "O funcionário que se acomoda na empresa tende também a se acomodar na carreira", alerta Lilian. Ela diz que esse profissional não "olha para fora", não se qualifica e, se é demitido, fica inseguro.

Ao identificar um profissional acomodado, o gestor tem como reverter a situação. "Deve, por exemplo, propor mudança de área", diz Caroline. A empresa também pode contribuir por meio de algumas ações, como comunicar com transparência os rumos do negócio, passar visão otimista à equipe e oferecer autonomia aos funcionários.

A solução, porém, está nas mãos do profissional. Jogar a culpa e a responsabilidade na empresa não é a melhor saída. Lilian ressalta que o trabalhador precisa primeiro se perguntar o que pode fazer para mudar o quadro. Ele deve verificar se está defasado ou se precisa de capacitação.

Elaine Smith, de 37 anos, é um exemplo de profissional que está longe da acomodação. Formada em administração pela Universidade Mackenzie, fez MBA em finanças pela FEA-USP e trabalhou por 19 anos no mercado financeiro, onde construiu carreira sólida. Começou como estagiária e chegou a diretora executiva. "Toda minha carreira foi planejada", diz Elaine, que morou e trabalhou em Nova York de 2000 a 2003. Ela conta que, na volta ao País, as diferenças sociais chamaram sua atenção.

A partir daí, nasceu seu interesse pelo terceiro setor. Ao mesmo tempo, começou a notar que sua motivação no trabalho diminuia. Resolveu, então, fazer cursos e no início deste ano trocou o mercado financeiro por uma ONG, que tem seis anos e atua na conscientização de jovens da elite sobre as questões sociais. "Quero crescer com a ONG."


Fonte: Estadao.com

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Voltei ...

Depois de uma parada técnica, vamos colocar esse negócio para funcionar ...

Abraço a todos ...