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sábado, 4 de setembro de 2010

Especialista apresenta 7 dicas importantes para quem esta começando na carreira e precisa se destacar.

Por Cristina Granado

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1. Seja conectado.

Use as redes sociais ao seu favor. Atualize frequentemente seu perfil profissional para deixar claro quais são suas áreas de interesse, seus conhecimentos e até atividades extracurriculares como esporte, vida cultural e lazer.



2. Esteja antenado.

Acompanhe os noticiários para desenvolver um espírito crítico em relação aos fatos. Quanto mais você souber, mais à vontade você estará para conversar e contribuir com seus chefes e colegas de trabalho.




3. Conheça e selecione a empresa onde você gostaria de trabalhar.

Se ela vai te escolher, você precisa tomar essa decisão antes. É recomendado selecionar somente empresas com as quais você se identifica para se candidatar, ao invés de disparar currículo sem critérios de identificação.





4. Mantenha coerência na sua vida real e virtual.

Mais cedo ou mais tarde, mentiras são descobertas. Não coloque no seu perfil qualidades que você não t em. Além de expor seu despreparo, as mentiras criam situações que você não pode resolver.



5. Fique preparado para aprender e colaborar.

Um bom estágio abre muitas portas, especialmente quando você mostra que tem opinião, conhecimento e vontade de crescer na profissão. Quanto mais colaborativo for o estagiário, maiores serão as chances dele se tornar um ótimo funcionário.



6. Demonstre motivação.

Criar um blog, uma comunidade ou mesmo um site com assuntos relacionados à sua carreira indica que você tem iniciativa, criatividade e está comprometido com o seu futuro contexto profissional.

7. Crie seu diferencial e deixe o mercado saber disso.

Como aparecer nas buscas do Linkedin.

Por Site IDGNow - (11 de Maio de 2010)

O website é uma dos principais recursos para profissionais na Internet; saiba como dominá-lo.

Tente fazer o seguinte: conecte-se em sua conta do LinkedIn e, na caixa de buscas, insira o termo “Sports”. Pressione "Enter" e aguarde o resultado.

O primeiro perfil exibido será o de Lewis Howes – autor de "LinkedWorking: Generating Sucess On the World´s Largest Professional Network Website" (LinkedWorking: Fazendo sucesso no maior site de relacionamento profissional do mundo – em tradução livre) e fundador da associação esportiva Sports Executives Association.

“Quem quer ser visto no LinkedIn, precisa primeiro ser encontrado”, afirma Howes. “O LinkedIn é semelhante a um pequeno Google. A diferença é que, para aperecer no Google, as pessoas investem um bom dinheiro, o que no LinkedIn não é necessário”, diz.

Segundo o autor, sair em uma boa posição em buscas no LinkedIn, dentro de cada segmento específico, pode ser extremamente vantajoso. “Quem procura por novas oportunidades de trabalho, pode contar com uma boa posição no ranking do LinkedIn para ser encontrado por recrutadores”, ressalta.

De acordo com Howes, o perfil do LinkedIn pode ser otimizado para aparecer nos resultados e isso não requer muito esforço. Basta seguir as três dicas a seguir:

1::Use palavras-chave

Gere uma lista de palavras-chave que você acredite sejam usadas por pessoas que queiram encontrar você na rede social. Se você for um consultor de TI, nessa lista poderão estar os termos “TI”, “consultor” e “consultor para tecnologia”. Caso seja um desenvolvedor, a escolha das palavras “desenvolvedor”, “java” e “código aberto” deverá ser acertada. Howes sugere que a lista de palavras não contenha mais de três termos.

2::Complete o perfil

Examine atenciosamente cada campo disponível em seu perfil e complete as lacunas lembrando-se de usar as palavras chave pré-determinadas. O ideal é começar pelo título. “Tente explicar a que veio em uma frase de impacto”, diz Howes. Depois do título, chegou a vez dos campos restantes. Dê especial atenção ao resumo profissional, e aos campos com informações sobre o seu passado profissional e ocupação atual. Em cada uma das nove inserções nesses campos, Howes adicionou a palavra “sports” uma vez por frase. Segundo o autor, a inclusão dessa palavra ajuda a classificar melhor o perfil.

3::Não exagere


A idéia de lotar os campos com várias palavras-chave pode parecer tentadora, mas deve ser deixada de lado. Manter o perfil com ar profissional é importante, e abarrotar a página com as palavras para manipular o sistema não é uma boa.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Networking é preciso

Cultive sua rede de relacionamentos: ela é essencial, especialmente nos momentos mais difíceis.

Muitas pessoas relutam em fazer o networking e possuem todo tipo de restrição sobre o tema. O consideram inconveniente, obscuro, feito puramente por interesses, entre outras.

Mas, o fato é que Networking é aquilo que você sente falta quando fica desempregado. Para quem você liga quando precisa de uma indicação para uma vaga de emprego? E para vender seu produto, serviço ou ideia? Não é nada fácil montar uma rede de relacionamentos relevantes no momento em que precisa. Você tem de se preocupar com isto antes.

Ocorre que quando estamos empregados em geral nossa mente fica 100% do tempo ocupada com as questões da empresa e esquecemos de nós mesmos, de nossa carreira e do nosso futuro. Aí vem uma crise e toda nossa dedicação é inútil se a empresa em que trabalhamos vai à falência ou enfrenta dificuldades que a obriga reduzir seus quadros.

Todos nós temos uma rede de relacionamento, normalmente ela é unidirecional: você conhece a pessoa e compra o que ela recomenda, mas ela não te conhece. Quer ver? Provavelmente o xampu que você usa foi indicado pela Gisele Bündchen, o telefone pelo Rodrigo Santoro e o relógio pelo Brad Pitt. Se as marcas destes produtos precisam de alguém de grande credibilidade para vendê-los, imagine você.

Todos nós precisamos de alguém que nos indique, nos recomende. O seu médico provavelmente foi indicado por alguém que você conhece e respeita.

Fazer networking nada mais é do que conhecer amigos. Você deve estar acostumado com amigos que gastam dinheiro com você, o networking é construir amizade com pessoas que se interessam por sua carreira e gostariam de contribuir com você (tenha os dois). Portanto, no fundo se trata de uma amizade. Se desejar construir esta rede, precisa descobrir como pode contribuir com as pessoas e fazer isto de forma constante e consistente. Procure por aquelas que tenham os mesmos valores, princípios e ética que os seus. Se possível os mesmos hobbies que os seus, pois assim terá muita satisfação ao encontrá-las e os assuntos serão comuns e interessantes para ambos. A amizade desempenha um papel mais relevante na construção de carreiras, empreendimentos e organizações do que você imagina. Fui desperto para o assunto pelo filósofo Peter Paul Pelbart que certa vez me inspirou a aprofundar-me sobre o tema: constituição e amizade. Grandes empresas e países foram construídos a partir delas. Sua carreira também pode ser. Vamos em frente!


por Silvio Celestino (site Olhar Digital)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Mourinho porquê tantas vitórias?


Testes físicos?! É uma questão de crença. Eu não acredito... Treinos de conjunto?! Não faço. Não utilizo programas individuais de musculação. O ginásio e as máquinas de musculação são para o departamento médico. O dito treino integrado e a minha metodologia de treino não têm a mínima relação... a não ser a presença da bola! A maioria dos treinadores não pode dizer que precisa do tempo que diz precisar para ter sucesso numa equipa. Quer dizer, se calhar até precisa... porque se perde tempo com questões que não a organização de jogo. […] Sei que é muito mais fácil treinar segundo os conceitos tradicionais do que desta forma. Porque treinar desta forma obriga a pensar como sistematizar. Por exemplo, este livro vai ser um livro fantástico, mas não vão ser muitos os treinadores de formação tradicional que, mesmo lendo-o cinquenta vezes, vão conseguir extrair dele coisas produtivas para o seu trabalho, porque não conseguem sistematizar a partir daí.

JOSÉ MOURINHO

Livro: Mourinho Porque tantas vitórias ?


Redes Sociais: um pouco sobre o LinkedIn

Por Camila Carrano

Apesar do LinkedIn não ter tanta força no Brasil como nos Estados Unidos, estarede social possui seu valor e está em fase de crescimento, e isso demonstra que precisamos reter atenção no fato. Recentemente lançaram um infográfico nomeado “The State of LinkedIn”, que mostra dados da maior rede social para profissionais criada há 7 anos. Com quase 69 milhões de membros em 200 países, tem ganhado espaço no Brasil após ter lançado sua versão em português há pouco tempo.
Dessa forma, não poderia deixar de mostrar um pouco sobre essa rede social, que, além de possibilitar difusão de conhecimento, pode ser um forte aliado no campo profissional. O LinkedIn aos poucos se tornou uma ferramenta essencial para profissionais e empresários e precisa ser compreendida para ser introduzida na cultura digital de quem quer se destacar no
mercado de trabalho.

Recentemente li um post no site MindJumpers que falava de 10 práticas para melhorar essa rede social. Enumerei algumas delas para melhor compreensão da ferramenta:

1. Preencha o seu currículo

O campo de pesquisa LinkedIn funciona da mesma maneira como campos de pesquisa normal na Internet. Quanto mais informações você fornecer, mais provavelmente será encontrado por pessoas que buscam as competências que você colocou em seu perfil. Então, preencha o currículo de forma cuidadosa, e escolha as palavras-chaves coerentes com seu perfil. Mas lembre-se que também pode ser inseguro fornecer informações demais nas redes sociais. Saiba dosar essas informações de forma que exponha o necessário.

2. Otimizar o seu URL

Quando estiver fazendo seu perfil, lembre-se de colocar um nome para o seu endereço de perfil do LinkedIn. Se você não sabe como fazer, segue a dica:

  • Acesse “Editar meu perfil”, role para baixo até onde diz “Perfil Público” e pressione Editar. Edite a URL do seu perfil com o seu nome por exemplo. Essa medida otimizará as buscas na internet com o seu nome.

3. Contato com as pessoas que você conhece e quer conhecer!

Para crescer a sua rede pessoal tente pensar em todos os seus trabalhos anteriores. Pesquise o nome de pessoas que possam te indicar, e que te conheçam. É sempre bom tentar manter contato com as pessoas da sua rede social, estando receptivo a compartilhar experiências.

4. Atualize seu status

Deixe suas conexões saberem coisas interessantes do seu campo profissional. Quer trate de artigos, notícias, inovações, ou um novo. A atualização demonstra interesse e sempre abrirá portas para novos contatos.

5. Participe de grupos

O LinkedIn oferece uma oportunidade única de conhecer e interagir com pessoas de interesses semelhantes aos seus. Com os grupos do LinkedIn, podemos ter acesso ao melhor dos especialistas além de ser uma oportunidade de encontrar companheiros que compartilham as mesmas paixões que nós. Portanto, pesquise os grupos e faça parte daqueles que satisfazem os seus interesses.

6. Iniciar discussões e responder as perguntas

Dentro de um grupo, participe de discussões, respondendo e agregando conhecimento para os grupos. E não apenas para difusão da informação, mas para estudos também. Muitas vezes temos dúvidas que muitas pessoas compartilham, quem sabe você poderá encontrar a resposta daquela sua pergunta? Pesquise e participe, mesmo que você não tenha muito tempo. Gaste tempo sobre as questões que você já tenha a resposta, pois não gastará muito tempo com elas.

7. Encontrar novos parceiros

LinkedIn é uma ótima ferramenta para encontrar parceiros, sejam eles profissionais ou alguém para partilhar ideias sobre a sua paixão pessoal. Use a busca para encontrar novos companheiros que possuem as habilidades e competências que você está procurando. É uma oportunidade para seguir a sua paixão ou até construir a sua própria, promovendo sua marca ou empresa, obtendo novos clientes e facilitando a contratação de novas pessoas.

8. Recomendações

Uma das coisas interessantes do LinkedIn é a possibilidade de indicação de outras pessoas. Assim, mostrando a qualidade da sua vida profissional. Se você conhece alguém que te admire, lembre-se de pedir indicação na sua página do LinkedIn.

domingo, 22 de agosto de 2010

O Y da questão

Empresas e a nova geração ainda precisam se conhecer melhor. Enquanto isso, sobram queixas dos dois lados

20 de agosto de 2010 | 21h 03

Larissa Linder, Especial para o Estado, e Paulo Saldaña - O Estado de S. Paulo

Não é que eles estejam em pé de guerra. Mas precisam se conhecer melhor. Levantamento obtido com exclusividade pelo Estadão.edu, feito pela recrutadora Curriculum com 133 empresas, mostra um conflito latente na relação entre empregadores e a nova geração de profissionais: 35,5% dos empresários consideram ruim ou péssimo o desempenho de estagiários e trainees. Por outro lado, especialistas afirmam que as empresas não atendem às expectativas da Geração Y nem sabem lidar com o seu perfil.

O descontentamento mútuo se traduz em decepção para os recém-contratados e em dificuldade na descoberta e retenção de talentos para as empresas. “Essa geração de jovens preparados é muito mais imediatista. E isso não combina com a maioria das empresas, que não dão a atenção que eles esperam”, diz a professora de Relações Trabalhistas da ESPM Denise Delboni.

Isso ocorre apesar de o mercado para novos talentos estar em alta. Não há dados gerais sobre trainees, mas só o Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), uma das empresas que fazem a ponte entre empregadores e estudantes, contabilizou 180 mil contratos de estágios para universitários assinados no primeiro semestre, 13% a mais do que em 2009.

Na pesquisa da Curriculum, apenas 18,8% das empresas consideraram ótima ou excelente a qualificação de trainees e estagiários. Falhas na formação acadêmica estão entre as queixas, mas a maioria delas diz respeito a aspectos comportamentais, como falta de comprometimento e de pontualidade.

O preocupante para os dois lados é que a base desse comportamento considerado problemático coincide com o perfil da Geração Y. Os empregadores são, em geral, mais velhos e pertencem a uma geração anterior – a X –, que preza valores como estabilidade e a possibilidade de ascensão dentro de uma mesma corporação. Os Y, formados na era da web, têm uma relação diferente com hierarquia, horários e produtividade. Para eles, é preferível vestir a própria camisa à da empresa.

Só o consumidor. O consultor Daniel Gasparetti, da BOX 1824, agência especializada em comportamento jovem, afirma que muitas empresas têm dissecado o perfil dos Y em relação ao consumo, mas poucas olham para o seu público interno. “Elas pesquisam como o jovem compra, mas não praticam nada disso com os seus funcionários. Percebemos que a maioria deles está infeliz, acha as empresas atrasadas”, diz.

Gasparetti, de 24 anos, é um exemplo típico de Y: viciado em redes sociais, hiperativo, produz quase tudo de casa em horários que ele mesmo define. “Acho que a empresa é mais benevolente comigo do que eu próprio. Precisamos pensar em um novo modelo de produtividade, mas, como eu, cada um tem de se organizar. Porque também não é um vale-tudo.”

Para o professor de Escola de Administração da FGV João Baptista Brandão, os jovens têm encontrado dificuldades de adaptação. “O tempo todo eu vejo estudantes que não conseguem encontrar nas empresas aquilo que querem.”

É o caso da publicitária Anthonia Nanci, de 24, que já pediu demissão de uma companhia porque considerava o modelo de gestão antiquado. “Não tinha feedback, por exemplo. Isso é desestimulante”, conta Anthonia, atualmente feliz como trainee da Natura.

O problema do analista de logística Rodolfo Socrepa é outro. Aos 25 anos, prestes a pegar o diploma de Engenharia Mecatrônica, já recebeu três promoções nos seis anos em que está na montadora de caminhões Scania. Formado num curso técnico no Senai em 2004, entrou na companhia para trabalhar na linha de montagem e já foi transferido para logística. Continua inquieto. “Sinto que estou crescendo, mas não na velocidade que eu quero.”

Rodolfo se queixa da falta de visibilidade de suas ideias e projetos numa organização tão grande. “A empresa acaba não enxergando todo o meu potencial.” É na web que ele imagina seu futuro, num projeto que envolve mídias sociais e trânsito.

Dos sonhos. Não por acaso, a possibilidade de desenvolvimento profissional está entre os principais motivos da nova geração para eleger uma empresa como ideal – ao lado do ambiente de trabalho e qualidade de vida. As conclusões são de uma pesquisa da consultoria DMRH com 35 mil recém-formados, que coloca Google e Petrobrás como as empresas dos sonhos. “Muitas vezes, os anseios dos jovens não são o que os gestores sonharam para si”, afirma a presidente da DMRH, Sofia Esteves.

A questão financeira é um dos itens cujo peso muda conforme a geração. Muitos administradores ainda consideram que o melhor que a empresa tem a oferecer é um aumento salarial. Mas levantamento da recrutadora Page Personnel, também obtido com exclusividade pelo Estadão.edu, prova que isso não está no topo de prioridades dos jovens profissionais. “Eles definiram R$ 3 mil como um salário adequado e satisfatório para trainee, enquanto o mercado costuma oferecer até mais”, diz Mariângela Cifelli, da Page Personnel.

Citado por experts como exemplo de empresa que sabe captar talentos, o Grupo Odebrecht tem políticas que, segundo seus gestores, combinam com o que os jovens buscam. Segundo o vice-diretor André Amaro, a ideia é usar a Geração Y como vantagem competitiva. “Buscamos confiar nas pessoas e na capacidade de se desenvolver. Oferecemos espaço e desafio constante aos jovens.”

Na Siemens, a atenção é redobrada nos dois lados. Gestores recebem palestras para entender a cabeça dos jovens, que, por sua vez, são preparados para lidar com a ansiedade. “Nossa mensagem é tentar ver a questão como um aprendizado mútuo”, diz Lena de Medeiros, gerente de RH da Siemens.

Renato Grinberg, do portal de empregos Trabalhando.com, segue a mesma linha. “O jovem tem de pensar no que pode oferecer para a empresa, e não apenas o contrário. Já os empregadores podem tentar se adaptar um pouco mais à realidade desse novo profissional.”

‘Brasyl’. Conflitos à parte, a própria denominação Geração Y, importada dos Estados Unidos, é motivo de polêmica. Até hoje há especialistas que consideram os Y a elite da elite, pouco representativa num universo dominado pela baixa qualificação. “No País, os superpreparados, que estudaram em boas escolas e se encaixam nesse alto padrão de Geração Y, correspondem só a 30% dos que estão no ensino superior”, diz Tório Barbosa, sócio da empresa de publicidade Educa, citando dados da consultoria Hoper.

Para Gasparetti, da BOX 1824, apesar das diferenças sociais, o conceito da Geração Y é válido como perfil de comportamento. Ele acredita que os Y são um grupo mais coeso, que dita tendências, por isso atrai atenção. “Para os chamados Y bem preparados, a questão de comunidade e conexão é muito forte, o que ainda não acontece na classe C. O comportamento entre os Y é o do ‘nós podemos’, mas na classe C ainda impera o ‘eu posso’.” Segundo ele, quando essa visão de conexão amadurecer e se disseminar, haverá uma mudança radical na sociedade. “É possível que haja uma grande revolução de comportamento.”

EMPRESA DOS SONHOS
O que conta para a Geração Y na hora de escolher onde trabalhar

- Ambiente de trabalho agradável
- Qualidade de vida
- Crescimento profissional
- Boa imagem no mercado
- Desenvolvimento profissional

GERAÇÕES

Baby boomers (1946-1965)

- Como precisava produzir para recuperar a economia no pós-guerra, valoriza o trabalho
- É apegada a formalidades e valoriza a disciplina
- Dá importância a níveis hierárquicos, tanto no trabalho como na família

Geração X (1966-1978/80)

- Por sofrer com a competitividade global, trabalha mais que os baby boomers
- É a geração que começa a ter contato com a tecnologia no ambiente de trabalho
- O trabalho em excesso acaba provocando um desequilíbrio entre família e carreira

Geração Y (1978/80 - 1990/95)

- Tem afinidade com a tecnologia; vive conectada com seus grupos
- Tem necessidade de feedback (avaliação) constante dos chefes
- Valoriza a juventude, a busca pelo prazer e o culto ao corpo
- Quer crescer rápido na carreira, mas também busca qualidade de vida
- Veste a própria camisa, e não a da empresa
- É capaz de executar muitas tarefas ao mesmo tempo. É avesso a responsabilidades

Geração Z (1990/95 - hoje)

- Dá pouca importância aos valores tradicionais da sociedade
- Apelidada de ‘gamer’, é ainda mais conectada e acelerada que a Y
- Por ter mais facilidade e rapidez no acesso à informação, é menos propenso à reflexão


sábado, 7 de agosto de 2010

Que frase fantástica ...

Estava navegando na internet e encontrei um blog de uma consultora de gestão de pessoas, que deixou uma frase muito legal.

"Lute com determinação, Abrace a vida com paixão,
Perca com classe e Vença com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E a vida é muito para ser insignficante."
Charlie Chaplin





domingo, 1 de agosto de 2010

Networking

No decorrer de nosso dia a dia não temos tempo de praticar algo muito importante, o networking.

Desenvolver uma rede de contatos vai além criar uma lista com fone e endereço de email, é necessário construir um laço de amizade e compartilhamento.

Construa o abrigo antes que a chuva começe ...

Falarei mas disso depois.

abraço

Por que tantas vitórias ?

"A transição defesa-ataque tem de ter uma relação íntima com aquilo que é a nossa forma ofensiva de jogar. Quando uma equipa pressiona tão alto, precisa de descansar durante o jogo. E o que é melhor? Descansar com bola ou sem bola? Quero que a minha equipa saiba descansar com bola e saber descansar com bola é ter um bom jogo posicional, é os jogadores ocuparem racionalmente o espaço de jogo e terem capacidade para terem a bola em seu poder mesmo que durante algum tempo o objectivo não seja dar profundidade ao jogo e chegar rapidamente à baliza adversária (José Mourinho)."

Uma excelente leitura para os amantes do futebol moderno e vencedor ...